Nem toda a proximidade faz bem. Há relações que nos deixam mais cansadas do que nutridas. Há conversas que pesam mais do que aliviam. E há presenças que, mesmo sendo próximas, não são seguras.
Às vezes, o que mais nos prende é aquilo que já conhecemos. Relações antigas. Dinâmicas repetidas. Formas de estar que parecem normais, só porque sempre foram assim. E não são as melhores. Nem nos fazem bem.
Mas o hábito não é sinónimo de bem-estar. E o conforto, às vezes, esconde desgaste.
Não precisei de grandes conflitos para perceber isto. Foi tudo natural e silencioso.
Com naturalidade, comecei a afastar-me de certas conversas. Dei por mim a escolher melhor onde coloco a minha energia. A não estar sempre disponível. Sem explicações longas. Sem necessidade de justificar tudo. Só com mais consciência.
Com naturalidade, comecei a afastar-me de certas conversas. Dei por mim a escolher melhor onde coloco a minha energia. A não estar sempre disponível. Sem explicações longas. Sem necessidade de justificar tudo. Só com mais consciência.
Nem todas as pessoas que entram na nossa vida são para ficar da mesma forma.
Há ligações que fazem sentido numa fase. E que, mais tarde, já não acompanham quem nos estamos a tornar. E está tudo bem. ❤Hoje olho para a proximidade de forma diferente. Porque nem toda a proximidade é saudável.
E aprender a reconhecer isso foi uma das formas mais honestas de me cuidar.
Com amor,
Ana

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