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Quando nos pomos no lugar do outro vemos tudo de forma diferente

Eu amo escrever. E estou a descobrir que o marketing não é o meu forte... só que ele faz perguntas que eu fico dias à espera de saber a resposta. Hoje escrevo sobre isso...  Tenho pensado muito sobre a pergunta: para quem é este caderno? (pergunta o marketing das vidas) E acho que finalmente encontrei a resposta. Aliás, umas quantas... Então, para quem é este caderno afinal? É para quem está cansado de dizer:  “Tenho de pensar melhor na minha vida.” - como eu... É para quem sente que tem ideias, sonhos e vontades espalhados por todo o lado, mas não sabe muito bem por onde começar. - tipo eu... É para quem passou por uma mudança. - pois... aqui eu! igualzinha! Para quem está a tentar recuperar confiança. - cof cof...  Para quem sente que viveu demasiado tempo em piloto automático. - exato...eu mesma! Para quem está bem mas sabe que poderia estar mais alinhado consigo mesmo. - todos os dias... Para quem quer começar novamente sem sentir que precisa de destruir tudo primei...

Quando temos aquela sensação de que algo deve mudar mas não sabemos por onde começar

Há uma fase estranha da vida em que aparentemente está tudo a funcionar… mas nós sabemos que alguma coisa já não encaixa. Não aconteceu nenhuma grande catástrofe. Simplesmente começamos a sentir que estamos cansados de algumas coisas. De determinados hábitos. De algumas relações. De viver sempre em piloto automático. De adiar ideias. De prometer a nós próprios que “um dia” fazemos diferente. E depois surge a pergunta: mas diferente como? Foi precisamente a pensar nesses momentos que criei o Caderno de Reconstrução. Não para pessoas que querem deitar a vida inteira fora e começar outra amanhã. Mas para quem sente que precisa de parar durante algum tempo e perceber: O que quero manter? O que preciso de mudar? Por onde posso começar?  Porque às vezes não precisamos de uma revolução. Precisamos apenas de clareza. Descobre o Caderno da Reconstrução e agarra a tua vida de uma vez por todas.  Estou aqui. Sempre com amor,  Ana 

Qual é o próximo pequeno passo que consigo realmente dar?

Talvez não precises de mudar de vida. Talvez precises apenas de conseguir ouvi-la. Foi uma das coisas que percebi enquanto criava o Caderno da Reconstrução. Quando estamos cansados, perdidos ou simplesmente numa fase de mudança, temos uma tendência maravilhosa para querer resolver tudo de uma vez. O trabalho. O dinheiro. A casa. As relações. O corpo. Os sonhos. A nossa cabeça. E, já agora, podíamos aproveitar e descobrir o propósito da nossa existência antes de sexta-feira. 😅  Só que uma vida não se reconstrói assim. Reconstrói-se quando conseguimos parar o barulho durante tempo suficiente para fazer algumas perguntas importantes. O que já não faz sentido para mim? O que estou a manter apenas por hábito ou medo? O que quero preservar? Do que preciso neste momento? Qual é o próximo pequeno passo que consigo realmente dar? Foi para criar esse espaço que fiz o Caderno da Reconstrução. Não vais encontrar nele ordens sobre como deves viver. Vais encontrar perguntas. Exercícios...

Hoje posso finalmente apresentar-vos: O Caderno da Reconstrução – Volume I

Há coisas que começamos sem saber exatamente até onde nos vão levar.  Quando voltei para Viana, depois de uma fase da minha vida em que deixei de me reconhecer, sabia apenas uma coisa: precisava de me reconstruir.  Mas não sabia como. Não tinha um plano perfeito. Não acordei um dia subitamente cheia de certezas. Não descobri uma fórmula mágica para pôr a vida no lugar. Fui fazendo aquilo que sempre fiz quando precisava de perceber o que se passava dentro de mim: escrevi. Escrevi sobre o que tinha acontecido. Sobre aquilo que já não queria. Sobre o que ainda doía. Sobre dinheiro. Sobre sonhos. Sobre medo. Sobre descanso. Sobre quem eu tinha sido. E, principalmente, sobre quem queria voltar a ser. Foi assim que nasceu este caderno. Hoje posso finalmente apresentar-vos:  O Caderno da Reconstrução – Volume I São 142 páginas que não foram criadas para vos ensinar a ter uma vida perfeita. Foram criadas para aqueles momentos em que olhamos para a nossa vida e pens...

O Primeiro Passo

Há mudanças que acontecem de repente.  E há outras que começam muito antes de conseguirmos dar-lhes um nome. A Almofada Voadora ®  está a entrar numa nova fase.  Não porque aquilo que existia antes tenha deixado de fazer sentido, mas porque cresceu.  Porque eu cresci.  Porque a forma como olho para a vida, para a escrita e para este espaço mudou. Durante muito tempo, este blog foi sobretudo um lugar onde eu escrevia o que sentia.  Onde guardava histórias, pensamentos, viagens, fases da vida e tudo aquilo que, de alguma forma, precisava de transformar em palavras. E continua a ser isso. Mas agora quero que seja também um lugar onde essas palavras possam servir para alguma coisa. Quero continuar a contar histórias, claro. As minhas. As loucas. As imperfeitas. As que correram bem e as que me obrigaram a começar uma e outra vez. Mas quero juntar-lhes ferramentas, perguntas, pequenos exercícios, ideias simples e coisas práticas que possam ajudar quem está desse ...

Almofada Voadora® | A escrever e a evoluir desde 2011

Escrever para a Almofada Voadora®  sempre serviu como desabafo; considerava um diário digital e sentia que escrevia para ninguém. Nunca escrevi a pensar em partilhar ou promover fosse o que fosse. Nunca pensei vir a ganhar dinheiro com a escrita. Talvez só quando coloquei pela primeira vez a hipótese de lançar um livro é que tudo tenha mudado.  Foto da Autora - Por Joca Fotografos Corria o ano de 2021 e eu estava em plena depressão, a desejar que a morte natural surgisse. Sem filhos e divorciada, pensei que poderia deixar um legado bonito para o futuro, se escrevesse um livro. Entrei em contacto com o Pedro Chagas Freitas, que me deu o empurrão necessário para avançar com a escrita e o posterior lançamento. O Pedro, ainda hoje, não sabe que me salvou a vida. Consegui estar com ele depois do lançamento, apresentar-me e simplesmente agradecer-lhe. Nunca lhe contei a história toda. Talvez só a saiba agora. Obrigada Pedro, de novo.  Foto da Autora Durante o processo de c...