O budismo não promete milagres. Ele oferece caminho. A ansiedade e a depressão são dores reais da alma. O budismo olha para elas sem medo, sem julgamento, com coragem e compaixão. Aqui estão sete pilares que te podem ajudar a curar por dentro:
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1. Ver a dor como ela é (Sati – Atenção Plena)
Ansiedade é excesso de futuro. Depressão é peso do passado.
A prática é estar aqui. No corpo. Na respiração.
Senta-te. Respira. Observa os pensamentos como nuvens, sem lhes dar abrigo.
Mas compreende-se que ele surge do apego, do medo, da ilusão de controlo.
A cura começa quando entendes que não estás errada por sentir. Estás viva.
“Que eu esteja bem. Que eu esteja em paz. Que eu me liberte do medo.”
Repete como um mantra. Trata-te como tratarias uma criança ferida.
Isso é dharma corporal.
Sem corpo em paz, não há mente que floresça.

O budismo ensina: acolhe-a como um mestre severo. Pergunta:
“O que estás aqui para me ensinar?”
É sentar todos os dias. Observar o que vem. Respirar por dentro.
É caminho, não atalho.
Aprende com quem caiu e se levantou mil vezes.
Não estamos sozinhas.
A prática é estar aqui. No corpo. Na respiração.
Senta-te. Respira. Observa os pensamentos como nuvens, sem lhes dar abrigo.
2. Entender a origem (Dukkha – Sofrimento como parte da vida)
No budismo, não se nega o sofrimento.Mas compreende-se que ele surge do apego, do medo, da ilusão de controlo.
A cura começa quando entendes que não estás errada por sentir. Estás viva.
3. Viver com compaixão por ti mesma (Metta – Amor bondoso)
Todos os dias, ao acordar ou antes de dormir, diz:“Que eu esteja bem. Que eu esteja em paz. Que eu me liberte do medo.”
Repete como um mantra. Trata-te como tratarias uma criança ferida.
4. Cuidar do corpo como prática espiritual
Dormir, comer com calma, caminhar na natureza.Isso é dharma corporal.
Sem corpo em paz, não há mente que floresça.

5. Deixar de lutar contra o que é
Muitos dizem “quero curar a ansiedade” como quem quer expulsar um inimigo.O budismo ensina: acolhe-a como um mestre severo. Pergunta:
“O que estás aqui para me ensinar?”
6. A prática constante, não a perfeição
Não é meditar uma vez e ficar bem.É sentar todos os dias. Observar o que vem. Respirar por dentro.
É caminho, não atalho.
7. Refúgio na sabedoria, não nos medos
Lê os mestres. Ouve Tara Brach, Thich Nhat Hanh, Pema Chödrön.Aprende com quem caiu e se levantou mil vezes.
Não estamos sozinhas.
Se este texto te falou ao coração, partilha com alguém que também precisa de abrandar.
Com amor,
Ana
Método Almofada Voadora®

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