Durante muitos anos achei que ouvir o corpo era coisa de quem tinha tempo, calma ou uma vida perfeita. Eu nunca tive nada disso. Sempre vivi com pressa, ansiedade, sempre com um sistema nervoso ligado e uma sensação constante de que, se abrandasse, tudo iria desmoronar. Por isso, fiz o que muita gente faz: usei sempre o corpo como ferramenta e castiguei-o quando ele não acompanhava. Até que deixou de dar.
O corpo fala sempre. Primeiro em sussurros. Depois em desconfortos.
E, se insistirmos em não ouvir, em sintomas.
No meu caso, veio em forma de tensão constante, ataques de pânico, intestinos desregulados, um cansaço que não passava.
Eu tentava resolver tudo com força de vontade. Mais controlo. Mais exigência. Menos pausa. Obviamente não resultou.
Demorei a perceber isto: ouvir o corpo não significa parar a vida, nem perder ambição, nem ficar frágil.
Demorei a perceber isto: ouvir o corpo não significa parar a vida, nem perder ambição, nem ficar frágil.
Significa trocar a violência interna por cooperação.
Quando comecei a ouvir o corpo sem o castigar deixei de o empurrar quando estava em modo sobrevivência.
Aprendi a distinguir preguiça de exaustão, percebi que o controlo excessivo vinha do medo. O corpo não precisava de correção. Precisava de segurança.
Ouvir o meu corpo passou a ser:
- Respeitar limites sem dramatizar
Ouvir o corpo ensinou-me a criar uma nova disciplina: a da presença. A de parar antes do colapso. A de ajustar sem culpa.
Quando parei de castigar o corpo, algo curioso aconteceu: comecei a ter mais energia, não menos. Porque a energia que antes gastava a lutar comigo mesma ficou disponível para viver.Ouvir o meu corpo passou a ser:
- Respeitar limites sem dramatizar
- Mover-me com gentileza
- Descansar sem me justificar a ninguém
Tudo isto me trouxe uma sensação nova: confiança interna.
Tudo isto me trouxe uma sensação nova: confiança interna.
A felicidade também se aprende no corpo.
Um corpo castigado distorce tudo: emoções, decisões e até relações.
Hoje sei que o corpo não quer ser domado. Quer ser incluído. ❤
Se sentes que o teu corpo anda cansado de lutar, talvez esta seja a tua porta de entrada.
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Com amor,
Ana
Método Almofada Voadora®

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