Há uma altura do ano em que o mundo não abranda, mas eu abrando. Não porque tudo esteja resolvido, mas porque o corpo começa a pedir descanso.
Foto Pinterest
Este ano eu ouvi… nem sempre à primeira, mas ouvi. Falar de ativar o lado feminino, para mim, deixou de ser teoria.
Não aprendi isso num livro, aprendi nos dias em que continuei a fazer quando só queria parar.
O feminino mostrou-me que não é fraqueza abrandar. É honestidade. É sentir antes de explicar. É descansar sem culpa (ou pelo menos tentar).
Passámos muito tempo a acreditar que o valor está no fazer constante, no esforço visível, no controlo, mas o feminino lembra-me que ser também conta.
Que receber não é preguiça. Que a intuição tem um lugar que o planeamento nunca vai ocupar por completo.
E depois há as coincidências...
E depois há as coincidências...
Ou aquilo a que chamamos coincidências quando ainda não sabemos bem o que pensar.
Pessoas que aparecem no momento certo. Palavras ditas sem intenção que acertam em cheio. Ideias que surgem quando já estávamos cansadas de procurar respostas.
A vida parece saber coisas antes de mim. E eu só as percebo depois.
Quanto mais tento controlar tudo, mais me afasto dessa inteligência silenciosa.
E quanto mais confio, mesmo com medo, mais as coisas se alinham de formas estranhas e bonitas.
Nem sempre fáceis. Nem sempre suaves. Mas sempre verdadeiras.
No meio disto tudo, este ano devolveu-me algo essencial: a beleza das coisas simples.
Um café quente em silêncio.A casa como abrigo.
O corpo a descansar sem se justificar.
Um riso inesperado.
Um dia sem grandes conquistas.
Em paz.
Nada disto é pouco. É tudo. ❤
Que o próximo ano nos encontre mais suaves connosco. Menos duras. Mais presentes.
E se este texto pousou em ti de alguma forma, então talvez não tenha sido coincidência.
Talvez a almofada tenha voado até onde precisava. ❤
Nada disto é pouco. É tudo. ❤
Talvez terminar o ano em beleza não seja fazer listas perfeitas nem balanços impecáveis.
Talvez seja apenas isto: agradecer o que foi, largar o que pesa e confiar um bocadinho mais no que vem.Que o próximo ano nos encontre mais suaves connosco. Menos duras. Mais presentes.
E se este texto pousou em ti de alguma forma, então talvez não tenha sido coincidência.
Talvez a almofada tenha voado até onde precisava. ❤
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Com amor,
Ana
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